O cálculo renal, conhecido popularmente como “pedra nos rins” afeta 3% da população, sendo 3 vezes mais frequente nos homens.
Alguns maus hábitos tais como: ingestão de pouco líquido, o consumo excessivo de sal e de proteína animal podem favorecer à formação do cálculo renal. Também existe como fator predisponente o histórico familiar de litíase, infecção urinária de repetição ou qualquer alteração congênita ou adquirida que possa levar à estase urinária.
O quadro clínico clássico é a “cólica renal”, que se apresenta com dor de forte intensidade nas costas podendo irradiar-se até a região genital, sem posição de melhora, associado a náuseas, vômitos e até alteração da cor da urina. “A Tomografia computadorizada do aparelho urinário é o exame de imagem mais preciso no diagnóstico atualmente. Através das imagens, o médico Urologista avalia as características e localização do cálculo para definir o tratamento mais adequado”, ressaltou Dr. Humberto Montoro, médico Urologista do Instituto de Urologia de Maceió, localizado no Hospital Memorial Arthur Ramos.
Dr. Humberto ainda orienta que após o tratamento e eliminação do cálculo, os pacientes devem passar por um estudo para saber a causa da formação do cálculo, pois a taxa de reincidência chega a quase 100% dos casos, sendo assim mais barato e menos sofrível fazer a prevenção.