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Atualidades

19/08/2019

Estudo de Harvard relaciona o consumo de refrigerantes com doenças cardiovasculares e cancerígenas

O estudo decorreu entre os anos de 1986 e 2014 e contou com a contribuição de aproximadamente 118 mil pessoas que forneceram dados sobre seus estilos de vida e dietas

Um estudo recente da universidade de Harvard publicado na revista Circulation, da American Heart Association, revelou que quem bebe refrigerantes tem um maior risco de contrair doenças cardíacas, bem como cancro da mama e do cólon.

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Embora este estudo represente uma pequena contribuição para o conhecimento dos efeitos negativos do consumo de refrigerantes na saúde dos consumidores, a pesquisa contou com o contributo de aproximadamente 118 mil pessoas (37716 homens e 80647 mulheres), que forneceram informações sobre os seus hábitos de consumo durante o período de tempo entre 1986 e 2014.

Os investigadores seguiram de perto a dieta destes indivíduos durante décadas, tendo feito um mapeamento de quantas bebidas gasosas e produtos com açúcar ingeriam mensal e semanalmente. Com a observação de vários casos, descobriram que algumas doenças cardíacas podem estar associadas ao consumo de bebidas com açúcar, tendo comparado um grupo de indivíduos que bebia com um grupo que se abstinha de beber este tipo de produtos.

Os investigadores concluíram que aqueles que bebem regularmente têm 31% mais risco de morrer com uma doença de coração, comparativamente aos que não bebem.

Os pontos fortes deste estudo são: a dimensão da amostra, o período de tempo estudado e o seguimento dado a cada caso, o mapeamento detalhado dos diferentes estilos de vida e dietas e as análises detalhadas de cada caso», concluiu um dos investigadores na publicação.

De acordo com um comunicado da Associação Internacional de Adoçantes (International Sweeteners Association) enviado à Exame Informática, não há evidências que os adoçantes de baixas calorias possam aumentar o risco de mortalidade, com base em evidências científicas robustas (...) a segurança dos adoçantes de baixas calorias aprovados foi repetidamente confirmada pelas autoridades reguladoras a nível mundial, como o Comité misto FAO/OMS de peritos no domínio dos aditivos alimentares (JECFA), a agência norte-americana US Food and Drug Administration (FDA) e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA).

Por: Francisco Garcia

Fonte: Exame Informática

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